Brasil

Pandemia custa ao Brasil R$ 1,2 bi diariamente, mas só 9% vão para Saúde

A maior quantidade de receita não foi destinada a ações de saúde

Por Marcos Antonio de Jesus

(Foto/Divulgação)

Esta semana, a epidemia de coronavírus, chega aos 100 dias no Brasil. Desde quando começou a ser identificada no país, em 26 de fevereiro, a enfermidade custou aos cofres públicos, diariamente, R$ 1,2 bilhão. Contudo, a maior quantidade de receita não foi destinada a ações de saúde. A verba aplicada especificamente nessa área representa somente 9% do montante.

Até sexta-feira, o Tesouro Nacional calculava gastos na ordem de R$ 112,8 bilhões em 93 dias. O principal alvo dos investimentos do governo federal foi a renda da população vulnerável. O auxílio-emergencial e o custeio do programa de incentivo ao pagamento da folha salarial  somaram, R$ 93,8 bilhões.

As ações específicas para a área de saúde estão na ordem de R$ 10, 1 bilhões. Recursos também foram investidos em outras frentes, como medidas voltadas à proteção de pessoas idosas, funcionamento de institutos federais, prevenção ao tráfico de drogas, entre outras, que custaram R$ 8,9 bilhões.

Entre os seis órgãos que mais receberam dinheiro, estão o Ministério da Saúde e  a Fiocruz. Juntas, essas instituições receberam R$ 8,8 bilhões. O montante previsto para ser usado no combate ao novo coronavírus é de R$ 319,4 bilhões,

 

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