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Depois dos 60, unhas quebradiças, finas e que descamam com facilidade pedem atenção: 5 hábitos comuns da rotina que podem piorar o problema sem você perceber
Lavagem frequente, detergentes, acetona, lixamento excessivo e falta de hidratação podem deixar unhas finas e descamando ainda mais sensíveis na rotina.
Depois dos 60, unhas que lascam, dobram ou descamam podem transformar tarefas simples em incômodo diário. O ressecamento somado a pequenos traumas da rotina reduz a resistência, enquanto a hidratação irregular deixa as pontas mais expostas.
Por que as unhas ficam mais frágeis depois dos 60?
Com o envelhecimento, a lâmina ungueal pode perder força aos poucos e parecer mais fina. Essa mudança costuma surgir como lascas nas bordas, descamação nas pontas e crescimento mais lento, exigindo cuidado constante para evitar novas quebras.
O problema fica mais evidente quando a unha já enfrenta água, detergentes, removedores e esmaltação contínua. A fragilidade não aparece de uma vez, ela se acumula em fissuras, aspecto opaco e camadas que se soltam facilmente.

Quais hábitos domésticos pioram unhas quebradiças sem perceber?
Lavar louça, limpar a casa e mexer com produtos sem luvas parecem atitudes pequenas, mas retiram oleosidade natural. O contato repetido com água favorece descamação, enquanto detergentes aumentam a vulnerabilidade das bordas a rachaduras e dobras durante o dia.
Outro hábito comum é alternar esmalte, removedor e lixamento forte sem pausa suficiente. A esmaltação contínua pode esconder sinais de desgaste, e a pressa para ajeitar pontas abertas amplia pequenos danos já existentes em vez de protegê-las.
Abaixo, um vídeo com orientação visual do canal Walter Loureiro Dermatologia no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:
Como manicure e esmaltação podem aumentar a descamação?
Manicure em casa ou no salão merece delicadeza, principalmente quando a unha já dobra com facilidade. O lixamento intenso afina ainda mais a ponta, e retirar cutículas sem cuidado aumenta pequenos traumas repetidos na região próxima.
Quando há descamação, a vontade de polir, puxar pelinhas ou nivelar tudo pode piorar o quadro. A proteção melhora quando as pontas são aparadas com suavidade, mantendo comprimento moderado e evitando batidas nas tarefas diárias mais repetidas.
Na manicure, alguns ajustes de rotina e cuidado reduzem agressões repetidas:
- Lixamento suave, apenas para alinhar as pontas.
- Menos retirada agressiva de cutículas e pelinhas.
- Comprimento moderado quando houver descamação.
Quais cuidados simples protegem unhas finas na rotina?
A rotina mais segura começa tratando unhas e cutículas como extensão da pele. Cremes nas mãos, cutículas e lâmina ajudam a recompor barreira, especialmente depois do banho, limpeza doméstica ou uso de removedor de esmalte comum.
Usar luvas nas tarefas úmidas reduz a agressão de detergentes e produtos de limpeza. A constância importa mais que exageros, porque unhas finas respondem melhor à prevenção diária do que a cuidados ocasionais antes da esmaltação.
Para diminuir o desgaste, pequenas escolhas de proteção e hidratação fazem diferença:
- Luvas em tarefas com água, detergentes e produtos de limpeza.
- Hidratação das mãos, unhas e cutículas após lavar ou remover esmalte.
- Pontas aparadas para reduzir dobras, batidas e rachaduras.
Quando procurar dermatologista por unhas quebradiças?
Fragilidade ocasional pode acontecer, mas persistência merece avaliação quando hidratação e proteção não mudam o cenário. O dermatologista pode investigar causas além dos hábitos, principalmente se a unha segue dobrando, descamando ou quebrando por muitos dias.
Também vale observar cor, textura, dor, descolamento ou deformidade, especialmente quando a alteração aparece em uma única unha. Esses sinais indicam que o problema pode não estar apenas no detergente, no esmalte ou na idade avançada.