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Luiza Brunet participa de caminhada contra a violência de gênero na Zona Sul do Rio

Modelo emocionou a todos ao ir ao evento acompanhada pela sua mãe, Alzira Botelho, de 81 anos

Por Redação Tupi

Luiza Brunet
Luiza Brunet participa de caminhada contra à violência de gênero na Zona Sul do Rio (Foto: Divulgação)

Ativista contra a violência de gênero, Luiza Brunet participou de uma caminhada em apoio às vítimas desse tipo de agressão na manhã deste domingo (5), no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio. A modelo emocionou a todos ao ir ao evento acompanhada pela sua mãe, Alzira Botelho, de 81 anos.

Grupos de mulheres vestidas nas cor laranja e que tinham em comum a superação pelas dores que viveram por terem passado por violência doméstica tomaram uma pista do Aterro. “Minha mãe sempre foi minha fonte inspiração. Ela é ativa, ativista e divertida”, elogiou, sem esconder a emoção. “Ela tem uma autonomia absurda. É dona da sua vida. São 80 anos de idade e cabeça de 20. Além de ser uma sobrevivente de tantas violações, ela sempre se manteve firme”, destacou.

A caminhada intitulada “Caminhada pelo fim da violência contra mulheres e meninas”, foi promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil e aconteceu em 40 cidades do Brasil e do mundo. Além disso trouxe representantes e líderes de todas as partes do estado.

Luciara Amil  é presidente da Procuradoria da Mulher das regiões Norte e Noroeste do estado e única mulher a presidir uma Câmara de Vereadores – de Bom Jesus do Itabapoana – dos 22 municípios da região é enfática. “Há uma cultura machista na política e na socieade como um todo. Contudo, acredito que ações como essa devem estar sempre latente, nunca devem sair da pauta. Só queremos o direito de ser livres”, enfativa Luciara Amil, que viajou R$ 400 quilômetros de carro de Bom Jesus do Itabapoana até o Rio para participar do evento.

“Tivemos um aumento de 54% de denúncias de violência contra a mulher no Plantão Judiciário no Rio durante a pandemia, então precisamos nos manifestar para que a sociedade entenda a necessidade de combater a violência contra a mulher, esse padrão de centenas de anos. Sofri por oito anos e me tornei ativista, porque é importante informar às mulheres a importância das políticas públicas”,  afirmou Marilha Boldt, coordenadora da OAB seccional RJ Mulher.



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