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Mãe é ameaçada por escola após tirar filho com deficiência da aula para receber tratamento médico

Ela tirou o filho da aula para uma terapia inovadora e agora pode ser punida pela instituição; entenda o caso que gerou revolta na internet

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Mulher chorando ao telefone, abraçando menino com mochila em frente à escola "ESCOLA MUNICIPAL PRIMÁRIO"
Mãe chora ao telefone abraçando o filho em frente à escola, ilustrando o drama de pais que enfrentam desafios educacionais e médicos para seus filhos.

Uma mãe do Reino Unido afirma ter sido multada por tirar o filho da escola para receber tratamento médico fora do país. O menino tem atrofia muscular espinhal (AME), e a terapia em questão já o havia ajudado a andar no ano anterior.

Em um vídeo, a mãe, identificada como Meg, disse se sentir farta dos sistemas do Reino Unido. “Sinto que eles são configurados para fazer com que pessoas com deficiência e famílias de crianças com deficiência fracassem”, afirmou.

Meg explicou que a cobrança da escola ocorreu porque ela levou seu filho, Edward, a um centro de reabilitação em Lanzarote. O local oferece um laboratório de natação, descrito por ela como uma “reabilitação intensiva para crianças com deficiência”.

A mãe relatou que o tratamento foi “incrível” e permitiu que o filho andasse por um curto período. No entanto, três semanas após o avanço, Edward passou por uma reconstrução dupla do quadril e não caminhou desde então. Ela esperava que o retorno à terapia o ajudasse a andar novamente, mas agora enfrenta a ameaça de multa da escola.

Escola nega pedido e causa revolta

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Apesar da importância da reabilitação, a escola de Edward negou o pedido para que ele se ausentasse, alegando que a situação “não se tratava de circunstâncias excepcionais”. Como a viagem duraria mais de dez dias, o caso foi encaminhado às autoridades locais.

A instituição também informou que a frequência de Edward precisava ser a mesma de outros alunos sem deficiência. Meg argumentou que isso não é viável, pois seu filho tem consultas médicas e fisioterapia. “Isso é discriminação”, disse ela.

Os espectadores do vídeo concordaram com a mãe. Uma pessoa comentou: “O fato de terem dito que ele deveria ter a mesma frequência de uma criança sem deficiência é, por si só, discriminação por deficiência sob a Lei da Igualdade”. Outros aconselharam Meg a não pagar a multa e a levar o caso ao tribunal.

Entenda o caso da multa escolar por tratamento médico

Mãe britânica contesta punição após buscar reabilitação para filho com deficiência

🧬 O diagnóstico de Edward

O menino possui atrofia muscular espinhal (AME), uma condição rara que exige terapias intensas para manutenção da mobilidade.

🌊 O tratamento em Lanzarote

A família viajou para um laboratório de natação especializado, onde o foco é a reabilitação física intensiva para crianças com deficiência.

🚫 A justificativa da escola

A instituição negou a ausência alegando que a viagem não representava circunstâncias excepcionais de saúde.

⚖️ Argumento de discriminação

Especialistas e a mãe afirmam que exigir frequência idêntica a alunos sem deficiência viola leis de igualdade.