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Botafogo costura acordo com a MLS para cair o Transfer Ban; saiba detalhes
SAF planeja resolver pendência após recebimento de capital previsto para próxima semana
Em uma live no último sábado (24) no canal “Arena Alvinegra”, o norte-americano John Textor, acionista majoritário da SAF do Botafogo, afirmou que será feita uma injeção de capital na próxima semana após aprovação no Conselho da Eagle. A verba é originada através de novos investidores que podem no futuro ter participação na SAF.
Parte do dinheiro será usada para resolver a questão envolvendo o Transfer Ban, punição aplicada pela Fifa em virtude do não pagamento da transferência do argentino Thiago Almada junto ao Atlanta United, dos Estados Unidos. A SAF tem uma negociação encaminhada com a Liga norte-americana (MLS).
O TUPI.FM apurou que o acordo prevê a quitação em três parcelas de US$ 10 milhões. Também serão apresentadas garantias de pagamento do restante (US$ 20 milhões).
– Não se trata de financiadores que entram como credores. São investidores que têm um excelente caminho para se tornarem sócios, juntamente comigo, no Botafogo.são pessoas extremamente ricas e eu tenho um histórico com eles. Tivemos muito sucesso juntos na minha empresa, a Fubo, e qualquer coisa que os traga para a família como proprietários é muito bom para o Botafogo a longo prazo – afirmou Textor em entrevista.
O dinheiro também será usado para resolver outras questões, principalmente o andamento do planejamento do futebol com a chegada de reforços nesta janela. Até o momento, o Botafogo anunciou os zagueiros Ythallo e Riquelme e o atacante Lucas Villalba, já fechou as chegadas do lateral Jhoan Hernández e do volante Wallace Davi, ex-Fluminense, envolvido na saída do venezuelano Savarino para o tricolor.
Em entrevista coletiva depois da vitória por 2 a 0 contra o Bangu, o técnico Martín Anselmi reconheceu mais uma vez a necessidade de reforços, mas afirmou que problemas extracampo não impactam no grupo.
– As coisas têm de ser divididas. Uma coisa é o que acontece fora, outra é o que acontece dentro com nosso trabalho, dos jogadores e da comissão técnica. Outra coisa é o que acontece no trabalho da diretoria. No nosso trabalho, esse ruído ainda não impacta, porque temos o foco em trabalhar, ser melhores, treinar e competir. Onde afeta tudo isso é que queremos ter um elenco mais profundo, porque vamos precisar de mais jogadores – respondeu Anselmi.