Esportes
Brasil fica fora do top 5 das seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026
Levantamento da TransferRoom aponta a equipe de Carlo Ancelotti na sexta posição do ranking; França lidera a lista, enquanto a atual campeã Argentina aparece apenas em oitavo lugar.
A Seleção Brasileira não está entre as cinco equipes com os elencos mais valiosos da Copa do Mundo de 2026. De acordo com levantamento da plataforma TransferRoom, especializada em transferências de jogadores e utilizada por clubes de todo o mundo, o Brasil ocupa a sexta colocação no ranking de valor de mercado das seleções participantes do torneio.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti foi avaliada em 941 milhões de euros (cerca de R$ 5,5 bilhões). À frente da Seleção aparecem Portugal, Alemanha, Inglaterra, Espanha e França. Os franceses lideram a lista com um elenco estimado em 1,46 bilhão de euros (R$ 8,53 bilhões).
Atual campeã mundial, a Argentina surge apenas na oitava posição. A equipe sul-americana convocada para a competição tem valor de mercado estimado em 739 milhões de euros (R$ 4,31 bilhões), ficando atrás também da Holanda.
O estudo reforça a força financeira das principais potências europeias, que dominam as primeiras posições do ranking graças à presença de jogadores valorizados nas maiores ligas do mundo.
Ranking das seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026
- França — 1,46 bilhão de euros (R$ 8,53 bilhões)
- Espanha — 1,41 bilhão de euros (R$ 8,23 bilhões)
- Inglaterra — 1,40 bilhão de euros (R$ 8,18 bilhões)
- Alemanha — 1,13 bilhão de euros (R$ 6,60 bilhões)
- Portugal — 1,01 bilhão de euros (R$ 5,90 bilhões)
- Brasil — 941 milhões de euros (R$ 5,50 bilhões)
- Holanda — 867 milhões de euros (R$ 5,06 bilhões)
- Argentina — 739 milhões de euros (R$ 4,31 bilhões)
- Bélgica — 672 milhões de euros (R$ 3,92 bilhões)
- Noruega — 638 milhões de euros (R$ 3,73 bilhões)
Apesar de figurar fora do top 5, o Brasil segue entre as seleções mais valiosas do Mundial e chega à competição como uma das favoritas ao título, agora sob o comando de Carlo Ancelotti.