Esportes

Ex-lateral-esquerdo Sylvinho classifica Neymar como fenômeno e coloca brasileiro acima do francês Mbappé

Ex-auxiliar de Tite na seleção elegeu Guardiola como sua maior referência na carreira

Por Beto Jr

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Atualmente tentando a carreira de treinador de futebol, o ex-jogador Sylvinho, fez parte da comissão técnica de Tite na Seleção Brasileira e estava indicado para ser o comandante da seleção sub-23 que disputaria o pré olímpico. Mas Sylvinho preferiu investir na carreira europeia e aceitou o convite do diretor executivo do Lyon, da França, o brasileiro Juninho Pernambucano. Infelizmente a passagem de Sylvinho foi relâmpago no clube francês, já que o profissional foi demitido após 11 jogos.

Hoje sem clube, o ex-jogador de Corinthians, Celta de Vigo, Barcelona e Manchester City conversou com o jornal “Marca” da Espanha e abordou vários assuntos da carreira. Principalmente a formação que teve durante a carreira de jogador que ajudaram na criação do Sylvinho treinador. O ex-lateral esquerdo constitui sua identidade como treinador em dois aspectos:

A equipe: “Que as pessoas o respeitem, seja um cara honesto, que trabalhe muito, que deixe tudo para esse fim”.

E o profissional , onde, por falta de currículo, se apoia em seus ensinamentos: “Tive os melhores professores como jogador de futebol: Rijkaard, Guardiola, Mancini, Wenger.

O tom de admiração do brasileiro é inquestionável quando ele fala sobre Pep Guardiola:

“Ele é apaixonado pelo trabalho, pelo futebol. Ele pode passar 15 horas trabalhando em um treino e que chega aos jogadores. Não houve treinamentos chatos e ele conseguiu que jogamos futebol com e sem a bola, pressionando”.

É claro que Messi foi um pouco culpado por tudo de bom que aconteceu com o Barça:

“O que é especial sobre Messi é simples; tudo. Com sua qualidade e inteligência, ele consegue, em segundos, driblar três rivais e marcar um gol. Isso Você pode fazer isso no domingo, mas duas vezes por semana, por 10 anos é incrível”.

No nível nacional, Sylvinho também pode se orgulhar de ter vestido ‘A Canarinho’ antes de atuar na equipe técnica de Tite, onde conhecia muito bem a grande esperança do futebol brasileiro, Neymar Júnior:

“Você o vê jogar e percebe o que é um fenômeno. Ele tem um talento diferente de Mbappé, pois pode jogar em diferentes partes do campo”.

Por fim, como estamos falando da seleção brasileira e ainda ansioso para fazer carreira como técnico em clubes da Europa, Sylvinho confessa seu sonho:

“O máximo seria jogar uma Copa do Mundo como técnico. Espero que seja um dia, mas até então Quero continuar trabalhando, sabendo que só chegarei se fizer as coisas certas”, encerrou.

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