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Flamengo emite nota oficial após polêmica envolvendo De La Cruz

Nota oficial do Flamengo tenta conter impacto de declaração sobre De La Cruz

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De La Cruz em ação pelo Flamengo (Foto: Adriano Fontes/Flamengo)

O Flamengo precisou agir rapidamente após a repercussão de uma declaração do médico José Luiz Runco sobre a condição física de Nicolás De La Cruz. Em mensagem enviada a um grupo de WhatsApp chamado “Flamengo Barra”, Runco afirmou que o jogador sofre com uma “lesão crônica e irreparável no joelho direito” e também apresenta problema no joelho esquerdo. A fala vazada circulou nas redes sociais e acendeu um alerta nos bastidores do clube.

Diante da polêmica, o clube emitiu uma nota oficial na tentativa de conter os danos. No comunicado, o Flamengo destacou que não comentará declarações extraídas de conversas privadas, reforçando que elas foram divulgadas de maneira indevida e, possivelmente, ilegal.

Flamengo emite nota oficial

“O Flamengo não comentará declarações extraídas de conversas privadas e pessoais, normalmente fora de contexto e, em alguns casos, obtidas por meio de condutas criminosas, sejam elas verdadeiras ou não. O clube segue focado em seus objetivos esportivos neste segundo semestre, mantendo o compromisso com um ambiente profissional e responsável”, disse o clube em Nota Oficial.

Contexto da fala e tentativa de blindagem interna

Vale destacar que a mensagem de Runco, embora tenha sido feita de forma privada, gerou reações imediatas por colocar em xeque uma das contratações mais caras da história do Flamengo, De La Cruz custou R$ 102 milhões. Isso porque o conteúdo indica que o uruguaio não teria condições ideais para atuar em alto nível, o que naturalmente preocupa torcida e diretoria.

Por isso, a nota do clube teve tom firme, tentando frear qualquer tipo de crise pública. Além disso, o Flamengo reforçou seu foco nos objetivos esportivos do segundo semestre e sinalizou que não pretende alimentar a controvérsia. Dessa maneira, busca proteger o elenco e manter um ambiente profissional e estável.

Cabe ressaltar que, ao ser procurado pela imprensa, Runco não quis se pronunciar oficialmente, afirmando que a palavra final caberia ao clube. Com isso, o caso deve continuar sendo tratado com discrição, ao menos por parte da diretoria rubro-negra.

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Não importa quantas visitas a assistência fez, quantas peças disse que estavam em falta ou quantas promessas foram feitas por telefone. Se o defeito não for resolvido dentro desse prazo, o consumidor não precisa mais aceitar reparo. A lei abre três alternativas à escolha dele, sem necessidade de negociação ou boa vontade da loja. Quais são os três direitos que surgem depois dos 30 dias sem solução? O CDC não deixa margem para interpretação nesse ponto. 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