Geovani Silva, o "Pequeno Príncipe" do Vasco, morre aos 62 anos - Super Rádio Tupi
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Vasco da Gama

Geovani Silva, o “Pequeno Príncipe” do Vasco, morre aos 62 anos

Geovani defendeu a Seleção Brasileira; morte foi confirmada por familiar nesta segunda-feira (18)

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

O futebol brasileiro perdeu nesta segunda-feira (18) um de seus grandes talentos técnicos. O ex-meia Geovani Silva, que brilhou com a camisa do Vasco da Gama, morreu aos 62 anos em decorrência de complicações de saúde.

O falecimento do ídolo capixaba, conhecido carinhosamente como “Pequeno Príncipe”, foi confirmado por seu filho nas primeiras horas do dia. Ele vinha enfrentando um quadro clínico delicado desde o ano passado, quando precisou de cuidados intensivos em Vitória.

Carreira marcante entre o Rio e o exterior

  • Hegemonia no Rio de Janeiro: Pelo clube carioca, o meia conquistou o título estadual em cinco oportunidades diferentes. Suas atuações marcantes nas décadas de 80 e 90 o transformaram em um dos maiores nomes da história de São Januário.
  • Experiência em gramados estrangeiros: O atleta defendeu as cores de times europeus como o Bologna, na Itália, e o Karlsruher, na Alemanha, além de passar pelo Tigres, no México. Sua técnica refinada e visão de jogo permitiram uma trajetória sólida fora do Brasil.

Geovani também alcançou a Seleção Brasileira. Ele foi peça fundamental na conquista da Copa América de 1989 e também brilhou nas categorias de base, garantindo os títulos de campeão mundial sub-20 e sul-americano sub-19 em 1983.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Histórico de saúde e início na Desportiva

A saúde do ex-atleta gerava preocupação desde o dia 27 de junho de 2025. Na ocasião, ele foi internado em uma Unidade de Terapia Intensiva após sofrer três paradas cardiorrespiratórias enquanto estava em seu apartamento, localizado no município de Vila Velha.

A trajetória profissional de Geovani começou na Desportiva Ferroviária, onde subiu para o time principal com apenas 16 anos. Após vencer o Capixabão de 1980, ele foi transferido para o Rio de Janeiro aos 18 anos, consolidando a carreira que o levaria a ser reverenciado pela torcida cruzmaltina como o “Príncipe da Colina”.