Mundo Corporativo
Empresas brasileiras adotam Databricks como base para IA
Segundo o relatório ISG Provider Lens®, as organizações adotam o Databricks para tornar os dados mais acessíveis e confiáveis para IA e análises
Empresas no Brasil estão adotando cada vez mais a plataforma Databricks para unificar ambientes de dados e viabilizar a implementação de IA em larga escala, de acordo com o novo relatório de pesquisa publicado hoje pela Information Services Group (ISG) (Nasdaq: III), uma empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia focada em IA.
O relatório ISG Provider Lens® Databricks Ecosystem Partners 2026 para o Brasil revela que as organizações estão reavaliando as bases de TI existentes para lidar com ineficiências persistentes, crescente complexidade de dados e expectativas regulatórias mais rigorosas, ao mesmo tempo que alinham as iniciativas de tecnologia com as metas de desempenho dos negócios.
“As empresas brasileiras estão adotando o Databricks para criar uma base unificada para análises e IA que possa superar as limitações da infraestrutura de dados legada”, disse Steve Hall, diretor de IA da ISG. “Embora a maturidade digital ainda seja desigual no Brasil, empresas em alguns setores, incluindo varejo e serviços financeiros, estão percebendo o valor estratégico dos dados.”
A fragmentação crônica das fontes de dados em muitas empresas tem limitado a visibilidade das operações, aumentando os custos e reduzindo o valor que as empresas podem obter com os insights de dados. Ao abordar esses desafios, as organizações melhoram a acessibilidade aos dados e reduzem a complexidade da infraestrutura. A arquitetura lakehouse do Databricks permite que as equipes analisem dados estruturados e não estruturados em conjunto, resultando em insights mais rápidos e tomadas de decisão mais consistentes.
No Brasil, as empresas estão dando maior ênfase à melhoria da qualidade dos dados e à redução do débito técnico à medida que expandem suas iniciativas de IA. A baixa qualidade dos dados e os aplicativos desatualizados têm dificultado o avanço na implementação de análises avançadas. Garantir entradas de dados confiáveis e sistemas escaláveis são objetivos centrais dos esforços de modernização de dados. No setor financeiro, as instituições estão aplicando essas capacidades para a detecção de fraudes em tempo real e para análises de risco de crédito mais precisas. Empresas varejistas estão utilizando análises avançadas para aprimorar a previsão de demanda e oferecer experiências mais personalizadas aos clientes, resultando em ganhos mensuráveis em eficiência e receita.
Muitas empresas também estão realocando gastos com TI para iniciativas específicas que melhoram diretamente a produtividade e a resiliência. Embora os orçamentos gerais permaneçam estáveis, os investimentos estão aumentando em áreas como IA e cibersegurança para lidar com riscos operacionais e melhorar o desempenho. Empresas manufatureiras no Brasil estão usando o Databricks para dar suporte à manutenção preditiva e otimizar as operações da supply chain, reduzindo o tempo de inatividade e os custos operacionais. No agronegócio, as empresas estão aplicando gerenciamento e análise de dados avançados para coletar dados de sensores e satélites e criar simulações para funções como previsão de safras, afirma a ISG.
“À medida que as organizações no Brasil fortalecem suas práticas de gestão e segurança de dados, elas estão construindo uma base para a tomada de decisões menos baseada na intuição e mais em dados”, disse João Carlo Mauro, autor principal do relatório. “Os fornecedores do ecossistema Databricks estão ajudando-as a superar as lacunas em termos de prontidão, arquitetura e execução de dados, traduzindo a capacidade analítica em desempenho de negócios consistente.”
O relatório também explora outras tendências que afetam a adoção de plataformas de dados no Brasil, incluindo a crescente importância do desenvolvimento de talentos em engenharia de dados e o impacto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) do Brasil.
Para obter mais informações sobre os desafios enfrentados pelas empresas que utilizam o Databricks no Brasil, juntamente com as recomendações da ISG para solucioná-los, consulte o relatório ISG Provider Lens Focal Points aqui.
O relatório avalia as capacidades de 28 fornecedores em dois quadrantes: Modernization and AI/ML Enablement Services e Managed Data and Optimization Services.
O relatório cita Accenture, act digital, AI/R, BRQ, Capgemini, CI&T, Dataside, Deal, Deloitte e EY como líderes em ambos os quadrantes. A IBM é citada como líder em um dos quadrantes.
Além disso, a BlueShift Brasil, a GFT, a Indicum AI e a MadeInWeb foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.
Uma versão personalizada do relatório está disponível na act digital.
O relatório ISG Provider Lens Databricks Ecosystem Partners de 2026 para o Brasil está disponível para assinantes ou para compra única nesta página.
Sobre a ISG
A ISG (Nasdaq: III) é uma empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia focada em IA. Parceira de confiança de mais de 900 clientes, incluindo 75 das 100 maiores empresas do mundo, a ISG é líder de longa data em tecnologia e serviços de negócios, estando agora na vanguarda da utilização da IA para ajudar organizações a alcançarem excelência operacional e crescimento acelerado. Fundada em 2006, a empresa é reconhecida por seus dados e pesquisas de mercado proprietários, conhecimento profundo e governança de ecossistemas de fornecedores, e pela expertise de seus 1.500 profissionais em todo o mundo, que trabalham em conjunto para ajudar os clientes a maximizar o valor de seus investimentos em tecnologia.
Ver a versão original em businesswire.com: https://www.businesswire.com/news/home/20260603189851/pt/
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Thábata Mondoni, Mondoni Press para ISG
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Fonte: BUSINESS WIRE