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O South Dakota realizou dois ou três salvos contra um navio japonês antes de concentrar o fogo no Kirishima, contra o qual disparou cinco salvos até perder o controle dos sistemas de direção de tiro
Um confronto noturno dramático no Pacífico durante a Segunda Guerra.
Durante a intensa noite de engajamento no Pacífico, o combate naval envolveu grandes embarcações de guerra em meio a condições de visibilidade extremamente reduzidas. A tripulação enfrentou momentos críticos ao engajar forças inimigas antes que problemas operacionais afetassem o sistema.
Como começou o combate na Batalha de Guadalcanal?
Na escuridão da região de Savo, a frota norte-americana posicionou-se para interceptar os navios japoneses que avançavam. O encouraçado americano abriu fogo contra uma embarcação identificada a mais de quinze mil jardas de distância, dando início ao violento confronto.
Com a baixa visibilidade afetada pelas densas nuvens, os operadores buscaram manter o rastreamento dos alvos com precisão. A embarcação efetuou disparos consecutivos contra o primeiro objetivo registrado até que este desaparecesse subitamente das telas do sistema de monitoramento radar.
Como ocorreu a mudança de alvos durante o confronto?
Após a perda do contato visual e eletrônico com a primeira unidade inimiga, o comando redirecionou a artilharia principal. A navegação tática exigiu respostas rápidas dos marinheiros para reajustar a mira tática contra a segunda ameaça identificada na região marítima.
Cinco salvos de projéteis pesados foram disparados nessa nova etapa da batalha antes que o fogo se voltasse para outros alvos. O objetivo principal era neutralizar a grande ameaça representada pela frota inimiga que navegava nas proximidades das ilhas estratégicas.

Quais problemas técnicos surgiram a bordo durante o tiroteio?
No momento exato em que o navio mantinha o combate intensamente, falhas elétricas severas interromperam o fornecimento de energia. O disparo dos canhões provocou um forte impacto estrutural que afetou os circuitos internos e prejudicou a transmissão no painel elétrico.
Falhas no Sistema Interno
Abertura de circuitos e perda de energia
As vibrações geradas pelo disparo das torres de artilharia causaram curtos-circuitos no sistema elétrico central, interrompendo a energia temporariamente.
Essa interrupção afetou os mecanismos de direção de tiro e as comunicações internas da embarcação em um momento crítico da batalha.
A perda passageira de força comprometeu a coordenação dos operadores de artilharia em várias posições decisivas do navio. A iluminação de emergência e a recuperação parcial dos equipamentos permitiram restabelecer a operação, embora sob condições altamente adversas para a tripulação americana.
Principais complicações observadas durante o incômodo blecaute:
- Desativação temporária dos circuitos de comunicação interna.
- Interrupção da alimentação de força para as torres de tiro.
- Perda de sinal nos radares de busca de superfície.
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Como a perda de radar comprometeu o controle de tiro?
A sobrecarga na rede elétrica causou a paralisação de quase todas as antenas de rastreamento instaladas na superestrutura. Esse descontrole nos sensores impediu o acompanhamento preciso das trajetórias e prejudicou diretamente a observação dos disparos efetuados pela própria artilharia naval.
Sem os dados precisos fornecidos pelo radar principal, os oficiais de tiro precisaram recorrer ao direcionamento óptico manual. A fumaça densa das explosões e a pouca iluminação noturna dificultaram o engajamento contínuo contra as unidades que compunham a força inimiga.
Fatores que limitaram a eficácia dos disparos no momento decisivo:
- Inoperância da maioria dos radares de controle de tiro.
- Visibilidade reduzida causada por fumaça e escuridão.
- Dependência de métodos de visada óptica em condições desfavoráveis.

Qual foi o impacto final dos danos sofridos na batalha?
Apesar de receber diversos impactos diretos de projéteis de calibres variados em sua estrutura, a nave manteve a plena flutuabilidade e a integridade do casco. Os danos foram concentrados na superestrutura superior, sem comprometer a estabilidade da embarcação militar.
A capacidade de flutuação e a grande resistência estrutural demonstraram a extrema robustez do projeto perante o intenso fogo inimigo. O episódio destacou a relevância dos sistemas de redundância elétrica na manutenção do combate naval durante a Segunda Guerra.