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Planejando a aposentadoria? Veja os 10 melhores países para morar e quanto você precisa ganhar

Ranking elege os melhores destinos para aposentados; Veja o país que lidera a lista que avalia qualidade de vida, impostos e o custo para viver bem

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Mulher idosa empurra homem idoso em cadeira de rodas em um parque com muitas árvores
Qualidade de vida para aposentados é um dos critérios importantes na escolha dos melhores países para viver a aposentadoria. Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

Um estudo da Global Citizen Solutions elegeu os 10 melhores países para se aposentar em 2026, com o Uruguai liderando a lista. O ranking avaliou 46 programas de residência para pessoas com renda passiva, como aposentadoria, investimentos ou aluguéis.

A análise comparou fatores como qualidade de vida, impostos, custos, burocracia e facilidade para obter cidadania. O Brasil não aparece no ranking principal, mas ocupa o 3º lugar entre os destinos para quem busca um segundo passaporte.

O levantamento considera o Dia Nacional do Idoso, celebrado em 1º de outubro, para divulgar os destinos. Além do Uruguai, Ilhas Maurício, Espanha, Costa Rica e Portugal completam os cinco primeiros colocados.

Os 10 melhores países para aposentados

Estátua equestre de bronze em praça, prédio histórico ornamentado, palmeiras e edifícios urbanos
Montevidéu, capital do Uruguai, país apontado como o melhor destino para aposentados na pesquisa da Global Citizen Solutions. Créditos: depositphotos.com / RPBMedia
  1. Uruguai
    O país lidera por seu desempenho consistente nos cinco pilares da pesquisa. Para obter a residência permanente, é necessário comprovar renda estável de US$ 1,7 mil (R$ 8,7 mil) por mês. O programa oferece a possibilidade de cidadania após três a cinco anos e isenção de imposto sobre capitais estrangeiros por uma década.

  2. Ilhas Maurício
    O destaque são as regras tributárias, que não taxam pensões ou rendimentos estrangeiros. O requisito de renda é de US$ 2 mil mensais (R$ 10,3 mil). O programa permite incluir cônjuge, filhos de até 24 anos e pais.

  3. Espanha
    O país se sobressai pela qualidade de vida e mobilidade, com uma expectativa de vida de 84 anos. O visto não lucrativo exige renda passiva mínima de € 2,4 mil (R$ 14 mil) por mês. O processo leva de quatro a oito meses.

  4. Costa Rica
    O destino combina baixo custo de entrada com regras tributárias favoráveis. O visto exige uma pensão vitalícia de ao menos US$ 1 mil (R$ 5,17 mil), e o sistema tributário isenta aposentadorias estrangeiras de impostos. A naturalização é possível após sete anos.

  5. Portugal
    Com o visto D7, o país exige renda mínima de € 920 (R$ 5,3 mil) por mês. O programa aceita diferentes fontes de renda passiva, como pensões e aluguéis, e se destaca pela segurança e qualidade de vida.

  6. Paraguai
    Uma das alternativas de menor custo, com renda mínima exigida de US$ 1,2 mil (R$ 6,2 mil) por mês. O país não cobra imposto sobre receitas de fonte estrangeira e lidera a classificação de “Budget Retiree”, que une custo e eficiência tributária.

  7. Letônia
    Considerada uma das rotas mais rápidas para aposentados na Europa, o processo leva cerca de dois meses. É preciso comprovar renda de € 1,23 mil (R$ 7,21 mil) mensais. O programa é voltado a pessoas com 65 anos ou mais de países isentos de visto.

  8. Andorra
    Opção para pessoas com patrimônio elevado, exige renda anual de € 54,9 mil (R$ 321,78 mil) e um investimento local de € 1 milhão. O país se destaca pela segurança e pelo imposto de renda máximo de 10%.

  9. Itália
    O visto de Residência Eletiva exige renda passiva mínima de € 31 mil (R$ 181,66 mil) por ano e não permite trabalho local. Oferece a possibilidade de dupla cidadania e regimes fiscais favoráveis, como uma alíquota de 7% sobre rendimentos estrangeiros em comunas do sul.

  10. Grécia
    O país fecha a lista com uma exigência de renda mínima de € 3,5 mil (R$ 20,5 mil) por mês. Alcança pontuação máxima em mobilidade e cidadania, permitindo dupla cidadania e naturalização em sete anos. Oferece um regime tributário com taxa de 7% sobre rendas estrangeiras por até 15 anos.