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Capital Fluminense

Bombeiro que atirou em atendente do McDonald’s na Taquara tem prisão decretada

Paulo César de Souza Albuquerque segue foragido

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Sargento-bombeiro atira em atendente do McDonald's
Sargento-bombeiro atira em atendente do McDonald's (Foto: Reprodução)

A Justiça do Rio determinou a prisão do sargento-bombeiro Paulo César de Souza Albuquerque, que atirou em um atendente do McDonald’s na Taquara, na Zona Oeste do Rio, no último dia 9.

Em meio as investigações o próprio amigo do militar afirmou que o tiro não foi acidental. Mateus Carvalho, de 21 anos, foi atingido na região do abdômen e chegou, segundo a família, a perder um dos rins e parte do intestino.

Protesto no McDonald's da Taquara após atendente ser baleado por um sargento dos Bombeiros

Protesto no McDonald’s da Taquara após atendente ser baleado por um sargento dos Bombeiros (Foto: Reprodução)

De acordo com o juiz Gustavo Kalil, do 4º Tribunal do Júri, é necessário manter a integridade física e psíquica das testemunhas.
O carro usado pelo Bombeiro no dia do crime foi apreendido.

O sargento chegou a se apresentar na delegacia, no dia 9, mas até a última atualização desta reportagem, ainda estava foragido.

Relembre o caso

Mateus Domingues Carvalho, de 21 anos, atendendo do Mc Donald's atacado por um cliente

Mateus Domingues Carvalho, de 21 anos, atendendo do Mc Donald’s atacado por um cliente (Foto: Reprodução)

Mateus Domingues Carvalho foi agredido e baleado pelo sargento-bombeiro Paulo César de Souza Albuquerque após tentar utilizar um cupom de desconto após o pedido já ter sido feito.

Na ocasião, o jovem precisou passar por uma cirurgia e chegou a ficar internado no CTI do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Mateus chegou a ser transferido para um hospital particular e recebeu alta nesta quarta-feira (18).

O jovem é natural de Minas Gerais e veio para o Rio de Janeiro há cinco anos tentar uma vida melhor e conseguir entrar na faculdade.

“O Mateus só tem tamanho, porque é uma criança. A gente fez de tudo para que ele saísse de lá, por conta do horário, por ser de madrugada, mas ele preferiu ficar trabalhando e acabou acontecendo isso, a pessoa se achou no direito de entrar e dar um tiro à queima roupa. Ele só fez o trabalho dele e o rapaz atirou nele. O sonho dele é trabalhar para pagar a faculdade e fazer veterinária”, disse Marcela Costa.

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