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‘Morte foi causada pelo pai’, dispara tia de criança de 9 anos encontrada morta na Zona Norte do Rio

Familiar contou ainda que o Gabriel não tinha nada, apresentava apenas uma alergia

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'Morte foi causada pelo pai', dispara tia de criança encontrada morta na Zona Norte do Rio

Um menino de 9 anos, identificado como Gabriel Caleb, foi encontrado morto nesta terça-feira (21) dentro da própria casa, em Irajá, na Zona Norte do Rio. As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas. No entanto, em reportagem à Super Rádio Tupi, a tia da criança identificada como Adriana, afirmou que a “morte foi causada pelo pai”.

“O pai nunca gostou de trabalhar. Quem sustentava ele era minha irmã. Agora está dizendo que a pandemia que causou seu desemprego e perda do taxi. Ele já tinha perdido o taxi dele há muito tempo. Vivia sendo sustentado pela minha irmã. Ele ficou antes da pandemia morando com a minha irmã batendo nela e no Gabriel. Agora está com essa história de que ele era taxista. Ele era um vagabundo e não gostava de trabalhar”, disparou a tia.

A tia contou ainda que o Gabriel não tinha nada, apresentava apenas uma alergia.

O caso aconteceu na Rua Capitão Aliatar Martins, nº 295, onde o corpo da criança foi encontrado enrolado em um cobertor. O pai da criança, identificado como Marco Antônio Machado, de 56 anos, foi quem acionou a polícia. Ele, que prestou depoimento sobre o caso, disse que chamava pelo filho, mas que o menino estava desacordado.

O delegado que investiga o caso, Alexandre Herdy, afirmou que, por hora, ninguém é investigado. O delegado disse ainda que não foram identificados, no local do fato, sinais externos de violência e que somente o exame cadavérico poderá apontar a causa da morte. A mãe, Andrea Silva Dias, ainda não foi ouvida pelos policiais.

Agentes do 41º BPM (Irajá) e do Corpo de Bombeiros chegaram ao local pouco antes das 10h e constataram o fato. Segundo a Polícia Militar, Marco Antônio Machado aparentava ter deficiência mental.

Materiais biológicos foram coletados do corpo de Gabriel, e vão passar por exames para verificar a existência de um possível envenenamento. O corpo da criança segue no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio, e a perícia nele não apontou nenhum sinal de violência física e/ou sexual.

 A Delegacia de Homicídios da Capital está investigando o caso.

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