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PM morre após ser baleado em operação no Borel; militar estava internado desde maio

Subtenente Jorge Leonardo Santos Barros foi atingido durante uma ação da Polícia Militar na comunidade da Tijuca e não resistiu aos ferimentos.

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O subtenente Jorge Leonardo Santos Barros atuava na UPP Borel e morreu após mais de duas semanas internado. Foto: Divulgação / PM

A Polícia Militar confirmou, na noite desta terça-feira (16), a morte do subtenente Jorge Leonardo Santos Barros, de 46 anos. O militar estava internado desde o dia 30 de maio, quando foi baleado durante uma operação realizada na Comunidade do Borel, na Tijuca, Zona Norte da capital.

Segundo a corporação, equipes policiais foram atacadas por criminosos armados durante a ação. No confronto, o subtenente foi atingido e precisou ser socorrido às pressas para uma unidade hospitalar, onde permaneceu internado por mais de duas semanas.

Apesar dos procedimentos médicos realizados desde a data do ferimento, o policial não resistiu e teve o óbito confirmado nesta terça-feira.

O episódio ocorreu durante uma operação da Polícia Militar na Comunidade do Borel, uma das áreas com histórico de confrontos armados na Zona Norte do Rio. De acordo com informações da corporação, os agentes foram surpreendidos por disparos efetuados por criminosos que atuam na região. Durante o ataque, o subtenente Jorge Leonardo Santos Barros acabou sendo atingido.

Após o ferimento, ele recebeu atendimento de emergência e foi encaminhado para o hospital, onde permaneceu internado em estado delicado.

Mais de duas décadas de serviço na corporação

Barros ingressou na Polícia Militar em 2002 e construiu uma carreira de mais de 20 anos na instituição. No momento em que foi baleado, ele estava lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Borel, onde atuava diretamente no policiamento da região.

Ao longo da trajetória profissional, participou de diversas ações operacionais e acumulou experiência em atividades ligadas à segurança pública.

A corporação destacou sua dedicação ao serviço policial e lamentou a perda de mais um integrante durante o exercício da função.

O subtenente deixa esposa, um filho e uma enteada. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre os horários e locais do velório e do sepultamento.