Rio
Polícia prende ladrão de farmácias e apreende canetas emagrecedoras no Rio
Operação da Civil prende ladrão de farmácias e apreende canetas emagrecedoras no Rio
Uma operação da Polícia Civil resultou na apreensão de uma carga volumosa de medicamentos roubados, com destaque para as procuradas canetas emagrecedoras, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. O material foi localizado nesta segunda-feira em uma residência que servia de depósito para uma quadrilha especializada em farmácias.
A ação foi conduzida por agentes da 18ª DP (Praça da Bandeira) e contou com o apoio da 19ª DP (Tijuca). Segundo os investigadores, os criminosos operavam de forma organizada, selecionando produtos de beleza caros e remédios de alto valor comercial para facilitar a revenda no mercado clandestino.
Medicamentos de alto custo eram alvo do grupo
No Morro de São Carlos, na região central da cidade, a polícia prendeu um dos homens apontados como integrante do bando. O suspeito já era considerado foragido, pois havia um mandado de prisão pendente contra ele, e foi localizado após um trabalho de monitoramento realizado pelas equipes de inteligência.
Além das acusações de roubo, o homem foi autuado por crime ambiental. Isso porque, durante a busca no endereço dele, os policiais encontraram um macaco-prego sendo mantido em cativeiro de forma irregular. O animal foi resgatado e encaminhado para uma instituição adequada.
Já os medicamentos recuperados em Jacarepaguá foram enviados para perícia técnica, servindo como prova para o desdobramento do caso. A investigação teve origem após um assalto ocorrido no mês de fevereiro em uma drogaria na Tijuca, quando a quantidade de itens levados revelou a estrutura profissional da quadrilha.
Polícia busca desarticular rede de receptação
Agora, o trabalho dos agentes se concentra em localizar a mulher que utilizava a própria casa na Zona Oeste para estocar a mercadoria roubada. Ela é considerada peça fundamental para que a polícia consiga mapear toda a rede de logística do grupo criminoso.
O objetivo principal da Polícia Civil é identificar todos os envolvidos e interromper o fluxo de vendas ilegais desses fármacos. As autoridades acreditam que a desarticulação desse núcleo pode reduzir os índices de assaltos a estabelecimentos de saúde em diversas regiões do Rio de Janeiro.