Capital Fluminense

Caderno do miliciano Ecko, apreendido depois da sua morte, lista 27 integrantes da quadrilha

Segundo o delegado titular da Draco, existem indícios da participação de agentes públicos no grupo criminoso

Por Redação Tupi

miliciano ecko
Miliciano Wellington Braga, o Ecko (Foto:Reprodução)

A Polícia Civil chegou a 27 nomes de suspeitos de integrar a quadrilha do miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, morto no último dia 12 de junho. Há a possibilidade de três desses 27 já estarem mortos, segundo a polícia.

A relação dos possíveis comparsas estava no caderno apreendido com Ecko após a ação que terminou com a morte do criminoso, o mais procurado do estado até então.

O delegado William Pena Júnior, titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), disse que há indícios da participação de agentes públicos na milícia. “Em caso de comprovação de policiais envolvidos, todos serão presos. E essa faxina começará de dentro para fora”, afirmou o delegado.

Ecko era o chefe da milícia que atuava, principalmente, em Santa Cruz e Campo Grande, bairros da Zona Oeste do Rio. Hoje, domina ainda grandes áreas do Sul do RJ e da Baixada Fluminense.

Desde a morte de Ecko, o monitoramento da polícia aponta uma intensa movimentação de criminosos que disputam a sucessão na chefia da quadrilha.


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