Costa Verde

Delegado Maurício Demétrio alugou mansão por R$ 40 mil na Costa Verde

Secretaria de Polícia Civil já pediu à Justiça o compartilhamento das provas existentes no processo contra Demétrio para apurar se há ou não enriquecimento ilícito do delegado.

Por Marcos Antonio de Jesus

Imagem da Mansão de Mangaratiba
(Foto: Reprodução / Ministério Público)

Dados encontrados em três dos 12 celulares do delegado Maurício Demétrio, apreendidos pelo Ministério Público do Rio, revelaram um padrão de vida do investigado supostamente acima do salário que recebe como delegado da Polícia Civil, de cerca de R$ 28 mil.

Segundo o MPRJ, quando ele foi preso em 30 de junho, na Operação Carta do Corso, a esposa de Maurício, Verlaine da Costa Pereira Alves, tinha assinado um contrato de locação de uma mansão no Condomínio Portobello, em frente ao mar de Mangaratiba, no valor mensal de R$ 40 mil, o dobro do aluguel de outro imóvel no mesmo local, que a família chegou a alugar.

O delegado pagou 2 meses de aluguel em dinheiro vivo (R$ 80 mil) .  A Secretaria de Polícia Civil já pediu à Justiça o compartilhamento das provas existentes no processo contra Demétrio para apurar se há ou não enriquecimento ilícito do delegado. O policial foi acusado de comandar um esquema que exigia propina de lojistas da Rua Teresa, em Petrópolis, para permitir a venda de roupas falsificadas.

Foram apreendidos na casa do delegado R$ 240 mil em dinheiro, celulares e três carros de luxo blindados. Maurício Demétrio responde pelos crimes de organização criminosa, obstrução de Justiça, concussão, que é a cobrança de propina, lavagem de dinheiro e violação do sigilo funcional.



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