Entretenimento
Ele se recusou a dividir a conta de R$ 44 mil para tirar uma árvore e, na hora de vender a casa, o vizinho fez uma exigência
Após se recusar a dividir os custos do serviço, o proprietário ao lado precisou de acesso para vender o imóvel e foi surpreendido com a cobrança
Um proprietário recuperou a quantia gasta na remoção de duas árvores na divisa de seu terreno após o vizinho precisar atravessar seu quintal. Antes do episódio, o responsável pelo lote contíguo havia recusado dividir os custos da operação.
A derrubada de dois abetos de grande porte custou cerca de US$ 8 mil, valor equivalente a R$ 44 mil. As raízes das plantas geravam estragos no imóvel. Por causa da proximidade entre as construções, o trabalho mobilizou guindastes e durou vários dias.
O caso foi divulgado no Reddit pelo usuário “u/TheToiletDestroyer”. De acordo com a lei municipal citada no relato, os valores desse serviço deveriam ser divididos igualmente entre confrontantes.
Ao ser cobrado em US$ 4 mil, cerca de R$ 22 mil, o dono do imóvel vizinho alegou que não pagaria por falta de recursos financeiros. Para evitar custos extras com advogados sem garantia de reaver o dinheiro, o morador quitou a fatura inteira sozinho.
O relato não aponta o local do ocorrido, mas dados da Universidade Estadual do Oregon explicam que árvores em divisas territoriais podem receber tratamento de patrimônio compartilhado, conforme as regras de cada jurisdição.
Impasses na venda da residência vizinha
O cenário mudou após o falecimento do inquilino da casa ao lado. O senhorio optou por colocar a propriedade à venda, contudo a vistoria técnica identificou outros exemplares perigosos no terreno.
Essa pendência impedia a contratação do seguro habitacional obrigatório antes da remoção das espécies. Como os lotes apresentavam dimensões reduzidas, os equipamentos pesados da empreiteira possuíam apenas duas alternativas de trajeto: atravessar o jardim do morador ou derrubar a garagem de uma terceira residência.
Sem outra saída simples, o senhorio solicitou autorização de passagem. O morador liberou o trânsito das máquinas sob uma condição: o acerto imediato dos US$ 4 mil referentes ao corte anterior.
O vizinho argumentou que a cobrança colocaria a venda do imóvel em risco, mas o proprietário manteve a exigência. Uma semana depois, o senhorio entregou o cheque de US$ 4 mil e recebeu a liberação por escrito. O depósito foi compensado normalmente.
Participantes da comunidade online avaliaram que o pedido financeiro poderia ter ficado entre US$ 5 mil e US$ 6 mil, quantias próximas a R$ 27 mil e R$ 33 mil, para compensar a espera e os transtornos enfrentados.