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Baixada Fluminense

Falsa médica é solta após pagamento de fiança

Bruna Carla Oliveira tinha sido presa em flagrante por exercício ilegal da medicina

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Na imagem, a falsa médica

Na imagem, a falsa médica

A falsa médica presa Polícia Civil acusada de usar o CRM de outra profissional para prestar atendimento em um hospital particular na Baixada Fluminense foi solta após pagamento de fiança. Bruna Carla Oliveira tinha sido presa em flagrante, na semana passada, por exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica.

De acordo com a decisão do Tribunal de Justiça do Estado, a prisão de Bruna não era necessária porque a acusada não havia cometido nenhum crime violento. Ainda segundo o documento, a falsa médica  era ré primária e possuí endereço fixo, o que justifica o pedido de liberdade provisória.

No momento da prisão, Bruna Carla apresentou um diploma de medicina emitido na Bolívia aos agentes da Polícia Civil. Na delegacia que investiga o caso, ela alegou que aguardava a realização do exame do revalida, para validar o curso feito no país vizinho. A dona do CRM utilizado por Bruna foi a responsável pelo flagrante.

 

A Policia Civil tenta identificar quantas pessoas foram atendidas e podem ter sido prejudicadas pela falsa médica que atuava na Unidade de Terapia Intensiva do hospital particular Prontonil de Nova Iguaçu. Em nota, a assessoria de imprensa da unidade afirmou que o responsável pela contratação da profissional foi o coordenador Médico do Centro de Tratamento Intensivo do Hospital.

A unidade alega ainda que foi vítima junto com a médica que teve os dados roubados por Bruna e que entrou com uma notícia crime contra o responsável por contratar a funcionária. A equipe do Prontonil afirmou ainda que Bruna não atuava diretamente na conduta médica e que trabalhava apenas como plantonista.

Sobre o caso, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, o Cremerj disse que é possível consultar os dados de todos os profissionais registrados na página do conselho da internet. No site da entidade é possível ainda denunciar casos de exercício ilegal da medicina.

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