Jornalismo

Parlamento da Nova Zelândia vota à favor da restrição de armas no país

Na primeira das três votações que o texto tem de ser submetido antes de virar lei, o placar foi de 119 votos a favor, dos 120 possíveis

(Foto: Reprodução)

Com apoio de 119 dos 120 congressistas, o Parlamento da Nova Zelândia votou favorável, nesta terça-feira, ao projeto que visa coibir a posse de armas no país. A proposta contou com a adesão de políticos tanto do espectro liberal, quanto conservador. Entretanto, ainda faltam outras duas votações para que o texto se torne lei.

A proposta consiste em banir projéteis de alta capacidade e armamentos de funcionamento semiautomático, de estilo militar. A medida é uma resposta ao massacre que ocorreu, em março desse ano, em duas mesquitas da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia. Após o ataque, a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, chegou a pronunciar que, a partir do dia 11 de abril, a venda desse tipo de arma seria proibida.

O único parlamentar a declarar voto contrário a proposta foi o conservador David Saymour, que alegou que trata-se de uma medida impulsiva, e que “fazer isso nove dias antes que os congressistas saiam para o feriado da páscoa parece mais um teatro político que segurança pública”.

Entre a população, há também aqueles que se manifestam contra o projeto, assim como David Saymour. Segundo a Associated Press, um abaixo assinado foi enviado ao Parlamento, com mais de 14 mil assinaturas de cidadãos neozelandesos, que são contra a aprovação da lei. Eles afirmam que essas alterações não levam em consideração os cumpridores da lei, além de ser pautada, segundo o manifesto enviado, em uma comoção popular.

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