Rio

Polícia Civil faz simulação da morte de músico em Copacabana

Alexandre Duarte, mestre de bateria da escola de samba Unidos de Vila Rica, foi morto por um tiro de fuzil, na Zona Sul do Rio

Por Bárbara Mello

Alexandre Duarte, morto por um tiro de fuzil em Copacabana, na Zona Sul. (Foto: Divulgação)

Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital realizaram, na manhã desta segunda-feira (02), a reconstituição da morte do músico Alexandre Duarte, baleado na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul da capital fluminense.

Representantes da Comissão de Direitos Humanos da OAB do Rio e testemunhas participaram da reprodução simulada do caso, ao lado de policiais civis e militares. A viúva de Anderson, Tatiana Fernandes, também acompanhou a reconstituição.

Luísa Capanema, representante da Comissão, falou sobre a atuação da Ordem no caso.

“A comissão dos Direitos Humanos vê com preocupação a política de segurança pública em curso, em especial o fato de que ela parte do pressuposto do confronto e não da investigação. Como consequência, estão ocorrendo essas séries de violações aos direitos fundamentais.”, disse.

Alexandre Duarte era mestre de bateria da escola de samba Unidos de Vila Rica e foi morto, no dia 17 de julho, por um tiro de fuzil quando subia a comunidade. Testemunhas apontam que homens da unidade de polícia pacificadora atiraram contra o músico.

As investigações continuam e ainda não há prazo para divulgação do laudo da reconstituição.

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