Sete camarotes da Sapucaí são autuados por irregularidades no Carnaval - Super Rádio Tupi
Conecte-se conosco
x

Carnaval

Sete camarotes da Sapucaí são autuados por irregularidades no Carnaval

Sete espaços foram multados por bebidas sem procedência e falta de acessibilidade

Publicado

em

Compartilhe
google-news-logo
Foto: Divulgação/Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor e Procon-RJ

Sete camarotes da Marquês de Sapucaí foram multados durante os desfiles das escolas de samba pelo Procon-RJ e pela Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON). As infrações incluíram venda de bebidas sem procedência, oferta de alimentos vencidos e ausência de estrutura de acessibilidade.

“Nosso compromisso é garantir que o consumidor seja respeitado. A fiscalização é rigorosa porque estamos lidando com saúde, segurança e direitos básicos. Não toleramos bebida falsificada, comida imprópria para consumo ou qualquer prática que coloque em risco as pessoas”, afirmou o governador Cláudio Castro.

Para o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, a ausência de estrutura adequada representou uma falha grave. “A acessibilidade não é um diferencial, é uma obrigação legal. Quando um espaço não garante condições adequadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, ele fere direitos básicos do consumidor, como a igualdade, a segurança e a adequada prestação do serviço. Estamos falando de dignidade, inclusão e respeito à lei”, atestou.

Além da acessibilidade, a fiscalização também analisou a qualidade e a procedência das bebidas, bem como a comercialização de alimentos. Alguns estabelecimentos descumpriram normas básicas, como a exposição clara de preços e a afixação do cartaz do Procon 151.

Fiscalização em blocos de rua

O Laboratório Itinerante do Consumidor também esteve presente em blocos de rua no Centro do Rio e na Zona Sul. Ao todo, até ontem (17/12), foram apreendidos cerca de 50 litros de bebidas com indícios de falsificação ou sem procedência, entre elas whisky, cachaça e vodka.

“A bebida falsificada não é apenas uma fraude: é uma ameaça à vida. Nosso trabalho foi retirar esses produtos de circulação e alertar a população sobre os riscos desse consumo”, destacou Gutemberg.