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Economia

Jovem de 25 anos reprova na faculdade por 4 anos consecutivos para não perder pensão e juiz extingue o benefício do pai alegando má-fé do aluno

Decisão judicial extingue pensão alimentícia de jovem de 25 anos após comprovação de que o estudante reprovou por 4 anos consecutivos de forma deliberada

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Jovem de 25 anos reprova na faculdade por 4 anos consecutivos para não perder pensão e juiz extingue o benefício do pai alegando má-fé do aluno
Cancelamento de pensão alimentícia por abuso de direito de filho universitário que reprovava de propósito - Imagem ilustrativa

exoneração de pensão alimentícia de filho maior estudante é garantida por lei quando configurado o abuso de direito do beneficiário. O juiz extinguiu o pensionato pago pelo pai após comprovar que o aluno de 25 anos reprovou por 4 anos consecutivos de má-fé para prolongar o benefício.

Até qual idade o pai é obrigado a pagar pensão alimentícia para o filho estudante?

A obrigação alimentar dos pais não cessa de forma automática quando o filho atinge a maioridade civil aos 18 anos. A jurisprudência dos tribunais de família estende o pagamento do benefício até os 24 anos, caso o jovem esteja matriculado em curso universitário ou técnico.

No entanto, essa prorrogação não é um direito absoluto ou vitalício. O estudante deve demonstrar que necessita do auxílio financeiro para se dedicar aos estudos, mantendo aproveitamento acadêmico compatível com a grade curricular da instituição.

Jovem de 25 anos reprova na faculdade por 4 anos consecutivos para não perder pensão e juiz extingue o benefício do pai alegando má-fé do aluno
Cancelamento de pensão alimentícia por abuso de direito de filho universitário que reprovava de propósito – Imagem ilustrativa

Como o abuso de direito do estudante vitalício é caracterizado na Justiça?

O abuso de direito ocorre quando o filho estende de forma proposital seu tempo de faculdade apenas para continuar recebendo os depósitos mensais do pai. Reprovações sistemáticas e faltas sem justificativas comprovam a má-fé do aluno de 25 anos.

Para entender a diferença de tratamento que o Judiciário aplica aos estudantes de faculdade, preparamos o comparativo técnico abaixo:

Situação do Estudante UniversitárioAproveitamento Acadêmico EsperadoDecisão Comum de Juiz de Família
Atraso por Dificuldade RealReprovações pontuais com frequência ativaManutenção da pensão para conclusão do curso
Estudante Vitalício (Abuso)4 anos de reprovações por faltas de má-féExoneração imediata do pensionato do pai
Conclusão de CursoFormatura regular dentro do prazo da gradeExtinção automática da obrigação de pensão

Qual o papel do rendimento acadêmico na manutenção do benefício?

O rendimento escolar é a prova física de que o auxílio financeiro está cumprindo seu papel social de formação profissional. O filho tem o dever de apresentar históricos escolares e boletins de notas sempre que solicitado judicialmente pelo pai.

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💡 Ação de Exoneração

O pai nunca deve parar de pagar as parcelas mensais da pensão por conta própria ao descobrir as reprovações do filho. É obrigatório ingressar com a ação de exoneração de alimentos para que o juiz assine a liberação legal dos pagamentos.

Leia também: Mulher paga faculdade de R$ 8 mil mensais para marido, ele pede divórcio logo após se formar e Justiça o obriga a pagar pensão para a ex – Super Rádio Tupi

Como o pai deve proceder para solicitar a suspensão do pagamento mensal?

O processo de exoneração exige a comprovação documental do abuso de direito e das sucessivas reprovações por faltas do filho de 25 anos. O histórico acadêmico emitido pela secretaria da faculdade é o documento central para instruir o pedido.

Para garantir que a suspensão da obrigação ocorra de forma rápida e segura nos tribunais de família, listamos as ações necessárias:

  • Ajuizar ação de exoneração: Solicitar a extinção do pensionato por meio de advogado ou defensor público na Vara de Família.
  • Solicitar histórico escolar: Exigir que o filho ou a faculdade apresente o relatório de notas e frequências de classe do período.
  • Comprovar a má-fé: Demonstrar que o estudante reprova por 4 anos as mesmas matérias por pura falta de interesse e dedicação ao curso.

Quais as principais dúvidas sobre a exoneração de pensão alimentícia de filho maior estudante?

A cobrança de pensão por filhos que realizam pós-graduação e a obrigação de pagar alimentos após o trancamento de matrícula geram dúvidas recorrentes no direito familiar. Reunimos as respostas de juízes de família para proteger seu patrimônio de abusos.

📋 Perguntas Frequentes

Esclareça suas dúvidas sobre exoneração de alimentos de estudantes

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O pai é obrigado a pagar pensão se o filho trancar a faculdade? +

Não. O trancamento da matrícula cessa de imediato o requisito de estudante ativo que justifica a extensão da pensão após os 18 anos. O pai deve ajuizar a exoneração para suspender os descontos legais.

A obrigação de alimentos se estende caso o filho inicie uma pós-graduação? +

A jurisprudência entende que a obrigação alimentar do pai termina com a colação de grau no curso superior básico. Cursos de especialização ou pós-graduação não justificam a prorrogação da pensão alimentícia.

A cessação de depósitos de pensão em casos de abuso de direito é uma medida essencial para restabelecer o equilíbrio das relações familiares e punir a má-fé do estudante. Exigir rendimento acadêmico compatível protege os recursos dos pais de forma justa.