Fluminense
Fluminense reclama da arbitragem após clássico contra o Vasco
Diretoria tricolor publicou um pronunciamento oficial contra o juiz da partida, afirmando categoricamente que o árbitro buscou assumir o protagonismo do confronto
Mesmo saindo vitorioso do clássico no último sábado, o Fluminense reclama da arbitragem contra Vasco e manifestou profunda indignação com a atuação de Davi de Oliveira Lacerda. A diretoria tricolor publicou um pronunciamento oficial contra o juiz da partida, afirmando categoricamente que o árbitro buscou assumir o protagonismo do confronto. Na avaliação do clube, os erros cometiados impediram um placar mais amplo e uma vitória mais tranquila.
No documento divulgado, a cúpula tricolor destacou dois lances capitais: a penalidade não assinalada sobre o atacante Serna, cometida por Adson no fim do jogo, e o momento em que o juiz peitou o jogador Canobbio em campo. Diante desses episódios, a diretoria informou que cobrará posicionamentos e providências aos órgãos competentes da Confederação Brasileira de Futebol para exigir melhorias no nível da arbitragem nacional.
Desabafo forte de Guga
Além do posicionamento da instituição, o lateral-direito Guga externou sua revolta na zona mista. O atleta criticou duramente a postura e o despreparo do juiz para comandar partidas decisivas:
— Antes do jogo a gente já tinha falado que é um árbitro muito confuso, que ele se perde dentro da partida. E além disso, acho que ele está despreparado para apitar um jogo grande desse. Porque as atitudes que ele teve dentro da partida, não digo nem só de questão de critério não, mas de atitudes dele, de forma como ele trata o jogador. Eles pedem tanto respeito, só que eles são incapazes de darem respeito aos jogadores. Só que a gente não pode falar nada, a gente não pode fazer nada. Porque eles têm o poder dentro da partida e pode prejudicar a gente. Então acho que a atitude que ele teve com o Canóbio é totalmente fora do que a gente imagina dentro de um futebol. Acho que ele tem que ser punido por isso e tem que rever as atitudes dele, porque se ele não está preparado para apitar um jogo numa pressão que é, ele não pode estar disponível para isso, ele tem que se preparar antes. Então fica esse desabafo só.
Por outro lado, a CBF manteve silêncio sobre as controvérsias e não divulgou os áudios da cabine do VAR até o momento. A única atualização pública ocorreu por meio da súmula oficial. No documento, o árbitro registrou ter ouvido reclamações do presidente tricolor, Matheus Montenegro, que questionou a falta de coragem do juiz.