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Real Madrid acompanha sete jovens da Copinha 2026 e observa talentos brasileiros com foco em maturidade
Real Madrid mapeia joias da Copinha 2026
O interesse do Real Madrid em jovens talentos brasileiros voltou a ganhar destaque em 2026, desta vez com foco direto na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Após os resultados obtidos com Vini Jr., Rodrygo e Endrick, o clube espanhol intensificou a presença de olheiros na competição, considerada o principal torneio de base do país. A ideia é identificar atletas que já apresentem postura de profissional apesar da pouca idade, tratando a Copinha como um grande laboratório a céu aberto.
Qual é a estratégia do Real Madrid na Copinha 2026 com as joias brasileiras
A presença do Real Madrid na Copinha 2026 segue uma linha já conhecida no mercado: investir cedo em atletas com alta projeção técnica e física. O clube busca jogadores que demonstrem entendimento tático, equilíbrio emocional e capacidade de competir em ritmo próximo ao profissional, com foco especial na maturidade dentro e fora de campo.
Na prática, a estratégia passa por um monitoramento contínuo, com acompanhamento de dados de desempenho, histórico de lesões, evolução física e minutos jogados em torneios de base e, quando possível, nas equipes principais. A atuação na Copa São Paulo é um recorte importante, cruzado com relatórios de scouting internacional e análises de big data, aproximando a avaliação da realidade competitiva europeia.
Confira a publicação do perfil Benedetti, no Instagram, expressando gratidão a Deus por sonhos realizados e por mais um ano, com uma mensagem de fé, reflexão e reconhecimento das obras divinas:
Quais são as joias da Copinha 2026 observadas pelo Real Madrid
Entre as joias da Copinha 2026 observadas pelo Real Madrid, o zagueiro Benedetti, do Palmeiras, aparece como um dos nomes mais avançados na formação. Já integrado ao elenco comandado por Abel Ferreira, é visto como um zagueiro moderno, com imposição física, boa saída de bola e leitura de jogo compatível com o modelo europeu.
No São Paulo, o foco está no ataque, com três nomes em destaque: Lucca, já utilizado na Libertadores; Paulinho, protagonista no título de 2025 ao marcar duas vezes na final contra o Corinthians; e Gustavo Zabarelli, de apenas 16 anos. Todos lidam com grande expectativa e são monitorados como potenciais alvos para futuras janelas de transferência ao futebol europeu.
Confira a publicação do perfil Luca Mazzola, no Instagram, comemorando uma vitória importantíssima, destacando a honra de representar as cores do clube e o foco em seguir buscando mais no Brasileirão:
Quais talentos de Fluminense e Corinthians estão no radar merengue
O Fluminense também aparece na lista merengue com os atacantes Wesley Natã e Riquelme Felipe, inscritos na Copinha e, ao mesmo tempo, integrados à pré-temporada do elenco principal no Rio de Janeiro. A dupla reforça a tradição tricolor em revelar jogadores de ataque capazes de transitar rapidamente entre base e profissional.
No Corinthians, o meia Gui Amorim, de 17 anos, é visto como possível herdeiro da tradição dos grandes camisas 10 do Parque São Jorge. Atuando como organizador e capitão nas categorias de base, ele se destaca pela visão de jogo, qualidade no passe entre linhas e personalidade para comandar o time em jogos decisivos.
Confira a publicação do perfil Wesley Natã, no Instagram, marcando o retorno com uma mensagem curta e descontraída, usando emojis para celebrar a volta aos gramados:
Como o calendário brasileiro influencia a vitrine da Copinha
O caso do Flamengo em 2026 ajuda a explicar um ponto sensível na formação de jogadores no Brasil: o calendário. A decisão rubro-negra de priorizar o time sub-20 no Campeonato Carioca, deixando a Copinha em segundo plano, foi destacada na imprensa internacional e afetou diretamente a exposição das promessas a clubes estrangeiros.
Essa escolha reacende o debate sobre como equilibrar o desenvolvimento dos jovens com as demandas dos campeonatos profissionais e estaduais. Em resposta, clubes europeus ampliam o monitoramento para além da Copinha, acompanhando também campeonatos estaduais, pré-temporadas, jogos-treino e amistosos internacionais de base.
- Copinha segue como vitrine central, mas não exclusiva.
- Campeonatos estaduais e pré-temporadas ganham peso no planejamento de base.
- Clubes europeus expandem o scouting para treinos e amistosos.
Confira a publicação do perfil G. Amorim, no Instagram, com uma mensagem curta e de fé, destacando a palavra “Deus” como expressão de gratidão, força e confiança:
Quais fatores pesam na escolha das joias observadas pelos europeus
Na hora de definir suas joias da base, clubes como o Real Madrid avaliam muito mais do que o talento bruto. Pesam o comportamento em jogos decisivos, a adaptação a diferentes posições, a resposta física a sequências intensas e o histórico de evolução nas categorias inferiores, usando a Copinha 2026 como laboratório competitivo.
- Desempenho técnico: controle de bola, finalização, visão de jogo e tomada de decisão.
- Capacidade física: força, velocidade, resistência e prevenção de lesões.
- Aspecto mental: concentração, leitura de jogo e reação à pressão.
- Contexto de clube: espaço no elenco principal, metodologia de trabalho e tempo de contrato.
Com essa abordagem integrada, o interesse do Real Madrid pelas joias da Copinha 2026 faz parte de uma política de mercado consolidada. O monitoramento de Benedetti, Lucca, Paulinho, Gustavo Zabarelli, Wesley Natã, Riquelme Felipe e Gui Amorim confirma como o futebol de base brasileiro segue no radar das grandes potências europeias, em um cenário cada vez mais guiado por análise de desempenho, estatísticas avançadas e recrutamento global.