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Capital Fluminense

Terreno de ferro-velho de assassinos de policial civil seria da SuperVia

No endereço, que fica na Praça da Bandeira, os agentes encontraram fios roubados e trilhos de trem

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Operação demole ferro-velho na Praça da Bandeira
Operação demole ferro-velho na Praça da Bandeira (Foto: Lucas Araújo / Super Rádio Tupi)

O ferro-velho clandestino do cabo da Marinha Bruno Santos de Lima, responsável pela morte do policial civil Renato Couto, de 41 anos, foi demolido, na manhã desta segunda-feira (23), pela prefeitura do Rio.

No endereço, que fica na Praça da Bandeira, número 96, ao lado da sede do INSS, os agentes encontraram fios roubados e trilhos de trem, além de diversos materiais metálicos.

Na ocasião, o policial foi até o ferro-velho para tentar recuperar objetos que foram roubados por usuários de drogas na obra de uma residência que ele estava construindo, mas acabou sendo atacado pelo proprietário do estabelecimento. Bruno confessou o crime e está preso.

O caso, porém, ganhou um novo desdobramento. Segundo o secretário municipal de Ordem Pública, Brenno Carnevale, o terreno onde o ferro-velho fica localizado seria da SuperVia.

Procurada pela reportagem da Super Rádio Tupi, a SuperVia ainda não se pronunciou. Vale lembrar que, após uma briga com Bruno, em um local próximo do ferro-velho, Renato foi colocado em uma van da Marinha e jogado no Rio Guandu, na Baixada Fluminense, onde acabou morrendo por afogamento, que apesar de baleado, ainda estava com vida.

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