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Justiça

Acusado de matar estudante a facadas em shopping vai a júri popular em dezembro

No começo do mês, durante a 1ª audiência do caso, Matheus, réu for feminicídio, permaneceu em silêncio ao ser interrogado

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Câmera registra momento em que jovem é morta a facadas em shopping de Niterói
(Câmera registra momento em que jovem é morta a facadas em shopping de Niterói / Divulgação Polícia Civil)
Câmera registra momento em que jovem é morta a facadas em shopping de Niterói

(Câmera registra momento em que jovem é morta a facadas em shopping de Niterói / Divulgação Polícia Civil)

A juíza Nearis dos Santos Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói do TJRJ, marcou para o dia 6 de dezembro, às 13h, o julgamento pelo Tribunal do Júri de Matheus dos Santos da Silva, acusado de matar a facadas Vitorya Melissa Mota, de 22 anos, no dia 2 de junho, no Plaza Shopping, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

Vitorya almoçava na praça de alimentação do shopping quando Matheus se aproximou. Durante uma conversa com a jovem ele começou a esfaqueá-la. Testemunhas afirmaram que Vitorya chegou a gritar “não” ao tentar se afastar do agressor,  mas ele impediu que ela se levantasse, colocando a mão em seu ombro, golpeando-a com uma faca. Ele só parou o ataque ao ser contido por uma testemunha, que o imobilizou até a chegada dos seguranças do shopping e da polícia.

A vítima chegou a ser encaminhada para um pronto-socorro médico. Porém, diante da intensidade, da localização e da quantidade de facadas desferidas não sobreviveu.

A magistrada determinou que o laudo da perícia no celular da vítima, a ser feita em 60 dias, deve conter as conversas extraídas do WhatsApp, fotografias, áudios e vídeos eventualmente existentes. Além disso, em 10 dias devem ser entregues possíveis comprovantes de chamados telefônicos às unidades de emergência do SAMU e da Polícia Militar – e, se houver, eventuais gravações. Um ofício foi enviado ao SENAC de Niterói, onde Matheus e Vitorya faziam curso técnico de Enfermagem, para obtenção do histórico ou ficha individual da jovem.

No começo do mês, durante a 1ª audiência do caso, Matheus, réu for feminicídio, permaneceu em silêncio ao ser interrogado.

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