Turismo
Destinos turísticos que restringem o uso de drones para proteger a experiência dos visitantes
De parques na Nova Zelândia a templos no Japão, conheça as regras de restrição contra drones e evite multas em sua viagem
A tranquilidade de visitar um ponto turístico sem o zumbido de drones é uma prioridade para muitos destinos ao redor do mundo. Por isso, diversos países criaram regras rígidas para o uso de veículos aéreos não tripulados em áreas movimentadas. As medidas buscam proteger a privacidade, a segurança e a integridade de locais históricos e naturais.
Por que existem tantas restrições a drones?
O avanço dos drones de alta definição acendeu um alerta entre governos e órgãos de proteção ao patrimônio. Nesse contexto, as autoridades apontam diferentes preocupações, principalmente relacionadas à segurança.
Em locais movimentados, por exemplo, um acidente com um drone pode colocar visitantes em risco. Além disso, o ruído dos equipamentos pode prejudicar a experiência de quem visita esses espaços. Outro ponto envolve a captação de imagens sem consentimento.
Da mesma forma, áreas naturais exigem atenção especial. O uso de drones pode perturbar animais e interferir no comportamento da vida selvagem.
Meu celular também pode ser proibido nesses locais?
Não. As restrições não impedem o uso de smartphones para fotos e vídeos pessoais. Em geral, as regras se concentram em tecnologias consideradas mais invasivas, como os drones.
Dessa forma, as autoridades procuram permitir que o viajante registre suas memórias sem causar transtornos. Ao mesmo tempo, as restrições evitam que equipamentos de voo prejudiquem a tranquilidade de outros visitantes.
Quais destinos possuem regras rígidas contra drones?
As regulamentações variam de acordo com cada país e localidade. Ainda assim, muitos dos principais pontos turísticos do mundo adotam algum tipo de restrição.
Por isso, quem pretende voar um drone durante uma viagem deve pesquisar as leis locais antes de usar o equipamento. Confira alguns exemplos:
- Japão: Em cidades como Kyoto, as regras restringem o voo de drones sobre áreas densamente povoadas e locais de grande importância cultural, como templos e jardins históricos. A medida busca preservar esses espaços e a experiência dos visitantes.
- Nova Zelândia: O país regulamenta o uso de drones em parques nacionais e áreas de conservação. Em determinadas situações, o visitante precisa obter uma permissão específica do Departamento de Conservação para operar o equipamento. A regra busca proteger a fauna local e preservar a experiência dos visitantes.
- Itália: As regras restringem o voo de drones sobre centros históricos de cidades como Roma e Florença, incluindo áreas turísticas como o Coliseu e a Galeria Uffizi. Zonas de exclusão aérea ajudam a proteger o patrimônio e a segurança pública.
- Costa Rica: Conhecida pelo ecoturismo, a Costa Rica restringe o uso de drones em parques nacionais e reservas biológicas. Dessa maneira, as autoridades procuram reduzir o estresse sobre os animais e preservar a tranquilidade dos ecossistemas.