Política

Projeto de lei quer proibir visitas íntimas nos presídios do Rio

Proposta está em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)

Por Redação Tupi

(Foto: Reprodução)

A proibição de visitas íntimas nos presídios do estado do Rio de Janeiro é o objetivo de um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa (Alerj). Autor da proposta, o deputado Charlles Batista (Republicanos) propõe que o acesso particular seja exclusivo ao preso declarado, nos termos da lei e por decisão judicial, como réu colaborador ou delator premiado.

O deputado justifica que a visita íntima, de cunho reservado, fora dos pátios destinados para a visitação normal, sem monitoramento dos servidores da unidade prisional, é um dos meios pelos quais o crime organizado repassa mensagens.

“O que temos hoje é um canal de comunicação dos líderes de facções com seus subordinados, com isso ocorrem rebeliões por disputa de poder entre facções, para demonstrar força ou em represália às ações estatais contra o crime organizado. Não causa surpresa que criminosos costumam utilizar o dia da visita íntima para iniciar motins, indiferentes à vida e à integridade física dos visitantes”, explica o deputado Charlles Batista.

Na avaliação do parlamentar, o modelo atual de visitas íntimas penaliza a sociedade, dentro e fora dos presídios. “O combate ao crescente poder do crime organizado não pode esbarrar nas regalias concedidas aos detentos. A restrição e proibição de visitas íntimas ajudará muito no trabalho dos agentes de segurança pública, impedindo a organização e execução de crimes”, conclui Charlles Batista.

Comentários
enquete

Você acha que o Flamengo embala a segunda vitória consecutiva no Carioca?

Carregando ... Carregando ...

AO VIVO
OUÇA AO VIVO
VOLTAR AO SITE
07 de Março de 2021 - 96.5 FM
OUÇA AQUI
Ele & Ela
« Programa Anterior
15:00 - Super Futebol Tupi
08:00 - Show do Pedro Augusto
22:00 - Giro Esportivo
11:00 - Samba Social Clube
12:00 - Bola em Jogo
Próximo Programa »
  • Transmissão em Vídeo
Acompanhe também »