Capital Fluminense

Justiça retoma audiência do caso Henry Borel e ouve testemunhas de defesa a partir desta terça-feira

Monique Medeiros e Jairinho, mãe e padrasto do garoto, foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe

Por Diogo Sampaio

Jairinho e Monique Medeiros na prisão
Monique Medeiros e Jairinho, mãe e padrasto do garoto, foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe
(Foto: Montagem/Reprodução)

A audiência de instrução e julgamento do processo que apura a morte do menino Henry Borel terá prosseguimento nesta terça (14) e quarta-feira (15). A juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da Capital, irá ouvir uma testemunha de acusação, que não foi ouvida na oitiva do dia 6 de outubro, e cerca de dez testemunhas convocadas pelas defesas da professora Monique Medeiros e do ex-vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Jairinho.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, nesta terça, será a vez da testemunha de acusação e das testemunhas de defesa de Jairinho prestarem depoimentos, a partir das 09h30. Já na quarta, serão ouvidas pela magistrada as testemunhas de defesa de Monique Medeiros.

Henry Borel, filho de Monique e enteado de Jairinho, faleceu no dia 8 de março deste ano. Segundo informações da denúncia, o menino, de quatro anos de idade, teria sido vítima de torturas realizadas no apartamento do casal, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Na ocasião, o garoto foi levado ao Hospital Barra D’Or, mas já chegou sem vida ao local.

Aliás, a juíza responsável pelo julgamento do caso Henry Borel solicitou, nesta segunda-feira (13), as imagens das câmeras de monitoramento da cidade do Rio de Janeiro para investigar o caminho percorrido no dia da morte do menino. A intenção da magistrada é verificar as circunstâncias em que foi o veículo foi conduzido, apurar a velocidade presumida do automóvel e eventuais infrações cometidas pelo à época vereador.

Monique Medeiros e Jairinho estão presos desde 08 de abril e foram denunciados pelo Ministério Público pela prática de homicídio qualificado por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima. Além disso, os dois respondem pelos crimes de tortura, coação de testemunha, fraude processual e falsidade ideológica.



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